Assassino de jovem Dennila de Araputanga foi condenado a mais de 27 anos de prisão

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Publicado em 02 de junho de 2022.

Giovani Eduardo Aniceto de Araújo, de 24 anos, assassino da ex-namorada Dennila Cris Dantas Barbosa, de 19 anos, no dia 16 de junho de 2021, em Araputanga (a 345 km de Cuiabá), foi julgado nesta quarta-feira, 01 de junho de 2022 no Forum da Comarca de Araputanga.

O júri acatou a tese apresentada pelo Ministério Público, que resultou na condenação de 27 anos e 6 meses de prisão.

Para o promotor de justiça Emanuel Filartiga Escalante Ribeiro o ministério público busca a justiça, sendo assim a tese defendida desde a petição inicial foi acatada pelo júri que é soberano na decisão. “O que as pessoas do município decidem através do júri é o mais importante e isso ocorreu nesse julgamento, então vejo que a justiça foi feita, pois ficou claro que a sociedade não aceita esse tipo de crime” afirmou.

 
O promotor ressaltou ainda que ficou claro que a sociedade não aceita essa “cultura machista” de agressão as mulheres em todo o mundo, “Araputanga mostrou que independente do tamanho do município a sociedade não aceita agressão a mulher” afirmou.

O juiz da comarca Nildo Inácio afirmou que o julgamento iniciado as 08:00 horas da manhã e encerrando por volta das 17:00 horas ocorreu de maneira tranquila, com a colaboração de todos os envolvidos, principalmente o ministério público e a defesa. O juiz também agradeceu o apoio das forças de segurança.

Nas redes sociais Selma Dantas, mãe de Dennila Cris Dantas Barbosa afirmou que mesmo sendo um dia de muita tristeza ela se sente feliz com o resultado do julgamento “Estou feliz e quero agradecer meus amigos que postaram no face, agradeço ao juiz de Araputanga, sou sincera e estava insegura sobre o veredito dele, agradeço ao promotor que atuou de forma formidável, pois eu não tinha dúvida do caráter dele, agradeço aos dois policiais que foram testemunhas e agradeço ao júri e minha família que ficaram do meu lado” afirmou Selma.
 

 
No município de Araputanga ocorreu uma grande mobilização popular, envolvendo inclusive autoridades como a primeira dama Luiza Rios que fez questão de postar em suas redes sociais que a sociedade araputanguense esperava por justiça, utilizando uma camiseta que foi confeccionado pela família.
 
Fonte: Folha 5.
 
 
 
 
 

 

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