Em entrevista forte, Tenente-coronel Adão César detalha execução covarde de Murilo, revela histórico de impunidade do assassino e defende atuação policial: “Não dormi até prender o segundo elemento”.
Joner Campos I Cáceres Notícias
Em uma entrevista carregada de indignação a imprensa, o Tenente-coronel Adão César, comandante do Comando Regional de Cáceres, trouxe detalhes sobre a resolução do assassinato de Murilo Pessoa Teixeira (14 anos). O comandante confirmou que a morte foi um ato de “covardia extrema” e rebateu críticas sobre a insegurança, transferindo a responsabilidade para a “frouxidão das leis” no Brasil.
O coronel foi enfático ao declarar que Murilo não tinha qualquer envolvimento com o crime. “Foi um homicídio frio e covarde. Eles entraram na casa à procura do irmão mais velho e, ao não localizá-lo, um dos elementos decidiu executar o menor de 14 anos, que não possui nenhum tipo de passagem ou envolvimento com facções”, afirmou.
O ponto mais crítico da entrevista foi a revelação do histórico do primeiro executor preso (V.M.G., de 17 anos). O comandante revelou que o menor já era um “velho conhecido”, com histórico de tentativa de homicídio e porte de arma. Além de ter ficado apenas 45 dias internado e foi solto. E ele é suspeito de participação ativamente no homicídio recente no Campo do Areal.



Em uma entrevista carregada de indignação a imprensa, o Tenente-coronel Adão César, comandante do Comando Regional de Cáceres, trouxe detalhes sobre a resolução do assassinato de Murilo Pessoa Teixeira (14 anos). O comandante confirmou que a morte foi um ato de “covardia extrema” e rebateu críticas sobre a insegurança, transferindo a responsabilidade para a “frouxidão das leis” no Brasil.
O coronel foi enfático ao declarar que Murilo não tinha qualquer envolvimento com o crime. “Foi um homicídio frio e covarde. Eles entraram na casa à procura do irmão mais velho e, ao não localizá-lo, um dos elementos decidiu executar o menor de 14 anos, que não possui nenhum tipo de passagem ou envolvimento com facções”, afirmou.
O ponto mais crítico da entrevista foi a revelação do histórico do primeiro executor preso (V.M.G., de 17 anos). O comandante revelou que o menor já era um “velho conhecido”, com histórico de tentativa de homicídio e porte de arma. Além de ter ficado apenas 45 dias internado e foi solto. E ele é suspeito de participação ativamente no homicídio recente no Campo do Areal.
